Dia das Mães. A mãe Alda se levantou só às 11 horas. Como eram 6 da matina no Brasil, nada de comunicação. Se estivéssemos no Brasil, talvez tivesse rolado um café da manhã patrocinado pelas filhas. Como estamos na Italia, bico seco. Alda preparou um almoço (pranzo) rápido com um frango enrolado com queijo e presunto – receita passada ontem pela Claudia via Skype. O que é a tecnologia moderna de comunicação! Comemos rápido e fomos rumo ao Museo Galeria degli Uffizi, onde tínhamos uma reserva (prenotazione) para a 1 da tarde. A reserva antecipada tem um custo adicional de 4 euros sobre o preço normal que é de 6,5º euros. A vantagem é que se entra direto, evitando uma fila que pode levar até 4 horas para entrar.
Esse museu é um dos mais importante de Firenze. Seus corredores tem mais de 300 metros de extensão, ladeados por dezenas de salas onde se abrigam importantes obras da escultura e pintura ocidentais. Para nós o mais importante foi acompanhar cada uma das obras com a leitura e compreensão em italiano (realmente o italiano está entrando em nossas cabeças e corações). Foi uma tarde memorável. Depois de mais de três horas de visitação, saímos cansados mas recompensados por esse banho de cultura e encantamento. Mais do que apreciar a natureza criada por Deus, nos agrada ver aquilo de belo que o homem é capaz de criar. Isso é que reforça a nossa fé no destino final da humanidade. Cremos que o bom e o belo, por fim, prevalecerão.
Saindo do Uffizi, andamos um pouco pelos caminhos já costumeiros, das Piazzas della Signoria e Delle República. Vimos uma exposição de equipamentos e veículos antigos do corpo de bombeiros (vigili dei fuoco)_ de Firenze. Depois, pegamos o nosso autobus 22 e voltamos pra casa, fazendo um pitstop de praxe na Piazza San Jacopino, onde todos os mercadinhos estavam fechados, exceto o El Faraone, uma rotisseria egípcia, onde pegamos um vinho merlot e dois karbak (sanduíche egpício) que foram a nossa janta. Salam! Agora vamos postar essas notícias e ir “al letto”, pois não somos de ferro. Boa noite!

Esse museu é um dos mais importante de Firenze. Seus corredores tem mais de 300 metros de extensão, ladeados por dezenas de salas onde se abrigam importantes obras da escultura e pintura ocidentais. Para nós o mais importante foi acompanhar cada uma das obras com a leitura e compreensão em italiano (realmente o italiano está entrando em nossas cabeças e corações). Foi uma tarde memorável. Depois de mais de três horas de visitação, saímos cansados mas recompensados por esse banho de cultura e encantamento. Mais do que apreciar a natureza criada por Deus, nos agrada ver aquilo de belo que o homem é capaz de criar. Isso é que reforça a nossa fé no destino final da humanidade. Cremos que o bom e o belo, por fim, prevalecerão.
Saindo do Uffizi, andamos um pouco pelos caminhos já costumeiros, das Piazzas della Signoria e Delle República. Vimos uma exposição de equipamentos e veículos antigos do corpo de bombeiros (vigili dei fuoco)_ de Firenze. Depois, pegamos o nosso autobus 22 e voltamos pra casa, fazendo um pitstop de praxe na Piazza San Jacopino, onde todos os mercadinhos estavam fechados, exceto o El Faraone, uma rotisseria egípcia, onde pegamos um vinho merlot e dois karbak (sanduíche egpício) que foram a nossa janta. Salam! Agora vamos postar essas notícias e ir “al letto”, pois não somos de ferro. Boa noite!
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